segunda-feira, 25 de julho de 2011

A preferência pelos clubes cariocas

O futebol surgiu no Rio de Janeiro por iniciativa de Oscar Cox, no distante ano de 1901. Filho de pai inglês e mãe carioca, Cox organizou naquele ano, a primeira partida de futebol do Rio de Janeiro. Jogaram brasileiros contra ingleses que residiam na cidade carioca. O jogo terminou empatado em 1 x 1, mas quem ganhou mesmo foi o futebol brasileiro.

No ano seguinte, foi fundado o Fluminense Football Club, o primeiro clube carioca de futebol. O Clube de Regatas do Flamengo surgiu em 1895, mas o com time de futebol em 1912.

Outro clube de regatas, o Vasco da Gama foi fundado em 1898 e deu inicio no futebol em 1915.

O Botafogo Futebol e Regatas, apesar de ter surgido em 1894, começou as atividades dentro de campo em 1942.

Os clubes cariocas ganharam fama e começaram a chamar atenção da torcida de outras partes do país, principalmente no Norte e Nordeste do Brasil.

No Sul, o Rio Grande Sul tem como referência a dupla grenal e no Paraná os clubes paulistas, Corinthians, São Paulo e Palmeiras.

Já em Santa Catarina, enquanto as regiões Oeste e de Serra são gremistas ou colorados, do Litoral, de Norte a Sul, a torcida é para Flamengo, Vasco da Gama, Botafogo e Fluminense. Mas, como surgiu a preferência da torcida por times do Rio de Janeiro?
                                      Segundo o comentarista esportivo rádios do Rio contribuiram   

Para o comentarista e ex-goleiro do Marcílio Dias, Eládio Cardoso, o interesse pelo futebol carioca surgiu com as transmissões das partidas de futebol pelas rádios do Rio de Janeiro.

- Antes da televisão chegar, a única maneira de acompanhar um jogo de futebol era pelo aparelho de rádio. Em Itajaí na década de 1960, as rádios que davam para sintonizar eram as da cidade do Rio de Janeiro, a Rádio Tupi e Rádio Globo - explicou o ex-jogador.
Para Marinho torcida para times cariocas está centrada no Litoral
 A mesma opinião tem Célio Marinho, comentarista esportivo há mais de 47 anos na região de Itajaí.

- As rádios Mauá, Continental, Globo e Tupi eram as únicas que se conseguiam ser sintonizadas e por isso acredito que surgiu o interesse da torcida pelos times do Rio. Eu mesmo comecei a torcer ouvindo rádio. Quando era criança, -

eu ouvia os jogos de futebol, sempre que meu vizinho colocava o rádio dele em cima do muro. Virei torcedor ouvindo rádio - recorda

Marinho ressalta que a torcida por times cariocas em Santa Catarina está mais no Litoral.

- Na Região Oeste e também na Serra temos uma torcida bem maior para Internacional e Grêmio. Nessas regiões do Estado temos muitas influências do Rio Grande do Sul. No Litoral temos uma outra realidade, já com uma torcida muito forte para os clubes da cidade do Rio de Janeiro - completou o comentarista esportivo.

Entre a torcida de Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo na região o que não falta é rivalidade.
Marcelo chegou a ir a Florianópolis torcer contra o rival Vasco da Gama
Marcelo Morgado, 36 anos, é um torcedor fanático pelo Flamengo e chegou até ir de Itajaí a Florianópolis só para torcer contra o rival Vasco da Gama.

- Este ano cheguei a ir ver Avaí e Vasco, mas não deu muito certo o Avaí perdeu – brinca o torcedor rubro-negro.

Vascaíno Fabrício Marinho começou a torcer por causa do pai
Fabrício Marinho, 40 anos, torce pelo Vasco desde criança e a paixão pelo time carioca começou por influência do pai. Quando pode, Marinho vai ver o time do coração jogar.

- Já fui ver o Vasco em Curitiba, Florianópolis e até quando o clube caiu parar a segunda divisão eu fui ver o jogo – conta.
                                             
Por causa de Rivelino Álvaro começou a torcer pelo Fluminense
Filho de pai vascaíno, Álvaro César Moreira, 54 anos, começou a torcer pelo fluminense em 1975.

- Foi quando Rivelino foi jogar no fluminense. A partir daí comecei a torcer. Hoje vou ver sempre os jogos. – explicou o torcedor.
Para Ismael Garrincha foi o grande nome da história do Botafogo
 Ismael Inácio Bento, 48 anos, é de uma família de botafoguenses e tem como ídolo Garrincha.

- Meu pai era torcedor do Botafogo e meus filhos são também. Garrincha foi o grande ídolo do time e anos esquecíveis como torcedor foi o título do Campeonato Carioca de 1989 e o Campeonato Brasileiro de 1995 – destacou o botafoguense.

A polêmica origem do Boi de Mamão

Boi de Mamão pode ter origem na Espanha e não em Portugal como é conhecido
Se você perguntar para um morador de uma das 15 ilhas do Arquipélago dos Açores (Portugal), o que significa a palavra “Boi de Mamão”, é provável que ele não saiba responder. Mesmo assim a manifestação folclórica praticada em Santa Catarina desde o século 19 é atribuída à cultura açoriana, mesmo nunca tendo existido nos Açores. Agora uma nova pesquisa tenta desvendar a origem ainda incerta do boi mais famoso de Santa Catarina.

No recém-lançado “O Boi de Mamão folguedo folclórico da Ilha de Santa Catarina - Introdução ao seu estudo”, o professor e folclorista Nereu do Vale Pereira, oferece mais uma pista de onde surgiu o folguedo. Para a surpresa de muitos historiadores o boi de mamão não veio do Boi Bumbá nordestino e sim dos espanhóis que aqui estiveram entre anos de 1500 a 1800.

Estudioso da cultura açoriana, o professor descarta a origem do folguedo nos Açores, contrariando o pensamento de muitas pessoas que divulgam a tradição.

- Nos Açores não existe boi de mamão. Há brincadeira com boi de verdade, no campo ou na corda - contesta o pesquisador.

Boi Bumbá é uma das explicações para a origem do boi catarinense
Segundo Pereira, o folguedo catarinense tem semelhança com práticas ibéricas ligadas às corridas de touros como Juego de La Vaquilla ou Touro de Mimbre, feito com bois falsos para iniciar os jovens nas touradas.

- Bem diferente da forma ritualística do Bumba Meu Boi nordestino, de influência africana - completou o professor.

O livro

Com 188 páginas, a obra aborda a origem do Boi de Mamão como folguedo folclórico em Santa Catarina, assim como formas de organização da brincadeira, desde a construção dos personagens e confecção do figurino, além da seleção das cantorias e treinamento dos cantores e dançadores para sair às ruas.

Livro tenta desvendar a origem do Boi de Mamão
O livro traz ainda ilustrações de obras feitas por artistas espanhóis no século 18, que mostram imagens de brincadeiras com bois falsos confeccionados em madeira, couro ou tecido.

O trabalho é o resultado da experiência de mais de 30 anos com o Boi de Mamão.

A brincadeira

O folguedo conta a morte e ressurreição do boi. O primeiro registro em Santa Catarina é do ano de 1830. Entre os personagens estão o proprietário do boi, a bermuncia e seu filhote, a maricota, o doutor, a viúva, o cavalinho, os outros bois, os corvos e o boi.

A polêmica origem do boi de mamão

Antigamente, a brincadeira era conhecida como “Boi de Pano”, mas com a pressa de fazer o personagem começou a ser usado um mamão verde para representar a cabeça do boi.

Brincadeira envolvendo o boi é encontrada também em outras partes do Brasil e são conhecidas como Boi

Bumba e Bumba Meu Boi.

Os bois mais famosos do país são o “Caprichoso” e o “Garatindo”, do Festival Folclórico de Parintins, nos Amazonas.

Não concorda

O professor e historiador Ivan Serpa considera um absurdo tentar encontrar a origem do boi na Europa. Serpa trabalha com o Boi de Mamão há dois anos, no bairro Itaipava, em Itajaí.

- O boi de mamão possui características de várias culturas e não só européia. É um erro querer atribuir a origem do folguedo aos espanhóis - disse.

Serpa concorda apenas que a brincadeira não tem origem nos Açores.

- No ano passado um grupo folclórico dos Açores esteve em Itajaí. Ninguém do grupo açoriano sabia dizer o que era a palavra Boi de Mamão – explicou o professor.



sexta-feira, 22 de julho de 2011

Caçada ao submarino alemão

 
Navio brasileiro "Tutóya" sendo torpedeado pelo U-513
     Quando o submarino alemão Unterwasser-Schiff 513 (U-513), comandado por Friedrich Guggenberger, veio para o Atlântico Sul, recebeu de Hitler uma única missão: afundar o máximo de navios em águas brasileiras. Guggenberger, então com 28 anos na época, chegou a ser condecorado por Hitler, após afundar um grande porta-aviões inglês.

           No dia 21 de junho de 1943, o navio de bandeira sueca SS Venezia foi a primeira vítima do U-513. A embarcação avistada próxima ao Arquipélago de Abrolhos, no litoral da Bahia, foi torpedeada. O navio afundou tão rápido que a tripulação não teve tempo de chamar SOS. O ataque do submarino alemão só foi descoberto uma semana depois, assim que parte da tripulação chegou em terra firme.
 
            Quatro dias depois, o alvo foi o navio petroleiro americano “Eagle”. Foram mais de 12 horas seguidas de perseguição ao petroleiro da Standard Oil. Ainda no litoral fluminense, o U-513 afundou, no dia 30 de junho de 1943, o navio brasileiro “Tutóia”.
 
O submarino alemão antes de iniciar mais um ataque
 
       Embarcação seguia de Paranaguá, no Paraná, para o porto de Santos, quando foi surpreendida pelo submarino alemão. Dos 37 tripulantes, 30 conseguiram sobreviver.

       Já em águas paulistas, o submarino alemão torpedeou no dia 03 de julho outro navio americano, o Elihu B. Washburne, próximo a Ilha Bela. O navio seguia também para Santos e transportava café para os Estados Unidos.

       Seguindo em direção ao Sul, o submarino comandado por Guggenberger afundou o navio inglês “Incomati”. No Litoral de Santa Catarina, aconteceu a última missão do U-513. Navegando próximo de Florianópolis, o “Richard Caswell” foi atacado e torpedeado no dia 16 de julho. O navio de bandeira dos Estados Unidos vinha de Buenos Aires com uma carga valiosa de tungstênio e magnésio.


O U-513 foi responsável por afundar diversos anvios na costa brasileira
               
          Ainda em mares catarinenses, Guggenberger cometeu um erro que foi fatal para sua derrota. Depois de uma longa conversa via rádio, o capitão americano Roy Whitcomb, que já estava no encalço do submarino alemão, conseguiu interceptar a conversa e fazer a sua localização. O submarino estava a cerca de 170 quilômetros de Florianópolis.


Comunicação interceptada ajudou na localização do subamrino no Litoral de SC
      
        Na manhã nublada do dia 19 de julho de 1943, o hidroavião PBM 5 Mariner, pilotado por Whitcomb, decolou de Florianópolis. O submarino alemão é localizado às 15h30 daquele dia. A tripulação, assim que avistou a aeronave americana, até tentou submergir novamente, mas não havia mais tempo.


Números circulados em vermelho são os submarinos alemães afundados no Brasil
          
        Seis bombas foram jogadas em direção ao U-513 e duas acertam o casco. Dos 46 tripulantes, sete sobreviveram, entre eles Guggenberger. O comandante alemão e os outros tripulantes foram resgatados quase um dia depois do ataque. Eles foram levados para a cidade de Recife e em seguida para os Estados Unidos.

U-513 é localizado

        As coordenadas deixadas pelo capitão americano Roy Whitcomb ajudaram Vilfredo e Heloísa Schürmann na localização do U-513. O casal de aventureiros assinou um convênio de cooperação com a Universidade do Vale do Itajaí (Univali) para localização e confirmação, por meio de prospecção oceanográfica, da posição do submarino. A descoberta veio na noite do dia 14 de julho de 2011, cinco dias antes de completar 68 anos do ataque que afundou o U-513.

       Os restos do submarino foram encontrados a 75 m de profundidade próximo ao Litoral de São Francisco do Sul. Para achar o U-513, Vilfredo e Heloísa foram aos Estados Unidos e à Alemanha pesquisar nos arquivos das marinhas americana e alemã. O filho Wilhelm comprou em Boston um radar do mesmo tipo do que localizou o transatlântico Titanic no Atlântico Norte, em 1985. As buscas foram feitas numa área a 75 quilômetros a leste de Florianópolis.
 
Hidroavião americano que afundou o submarino alemão U-513
           
        As buscas dos Schürmann se concentraram na área entre os locais onde o hidroavião americano patrulhava o mar e o ponto onde os náufragos foram resgatados, um dia depois do afundamento.

- Os relatos da época falam de uma mancha de óleo de 30 milhas levada pela corrente”, contou Vilfredo.

      Segundo o navegador, no local a profundidade é de aproximadamente 100 metros, fundo demais para mergulhadores. Vamos usar um submarino robô para filmar dentro do U-513. -disse.


Navio americano resgatou Guggenberg e seis tripulantes do U-513

        Durante a Segunda Guerra Mundial, foram afundados em águas brasileiras 11 submarinos alemães. Vários grupos de arqueologia submarina desenvolvem trabalhos de pesquisa documental para tentar achá-los, mas o U513 foi o primeiro a ser encontrado.

        Foram torpedeados de 22 de março de 1941 a 23 de outubro de 1943, 91 navios mercantes nacionais e estrangeiros por submarinos do Eixo (Alemanha, Itália e Japão).

Desapareceu na floresta

         Após ser preso no Litoral de Santa Catarina, Friedrich Guggenberger foi transferido para o campo de prisioneiros nos Estados Unidos. Guggenberger e outros prisioneiros de guerra conseguiriam fugir no dia 23/12/1944. A fuga durou 13 dias e os prisioneiros foram recapturados próximo a fronteira mexicana. Guggenberger foi libertado pelos Aliados em agosto de 1946.
 
Guggenberg (o terceiro da esquerda para direita) foi condecorado por Hitler
         Após a guerra voltou para a Alemanha e tornou-se arquiteto. No dia 13 de Maio de 1988, Guggenberger resolveu passear em uma floresta e nunca retornou. Seu corpo foi encontrado dois anos mais tarde.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Professores assistem documentário sobre a Ericeira

                                                                            
O documentário “Ericeira: um mar de história” foi exibido nesta quarta-feira (08), em Navegantes. A apresentação foi feita no auditório da prefeitura para professores da rede municipal de ensino. O documentário retrata a história da vila da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa. O filme aborda a importância da vila portuguesa para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira. As imagens foram captadas no mês de agosto de 2010, pelo jornalista Rogério Pinheiro, que também assina o roteiro e direção. A Nova Ericeira é considerada a primeira companhia pesqueira do Brasil.

Além de belas imagens, o documentário traz entrevistas com pescadores, personalidades e brasileiros que foram trabalhar na vila portuguesa. A Ericeira é um dos três lugares em Portugal com a maior concentração de brasileiros. A vila, com mais de dois mil anos de história, tem no turismo a sua principal atividade econômica.

Professores de Navegantes conferiram o documentário exibido no auditório da prefeitura
O filme está sendo exibido, gratuitamente, em escolas públicas, associações de moradores, entidades e colônias pesqueiras do litoral catarinense. No itinerário estão as cidades que fizeram parte da Colônia Nova Ericeira: Balneário Camboriú, Bombinhas, Camboriú, Governador Celso Ramos (Ganchos), Itajaí, Itapema, Navegantes, Porto Belo e Tijucas.

O documentário Ericeira: um mar de história foi produzido em parceria com a TV Univali e conta com o apoio cultural das Lojas Sibara.

Sobre a colônia

A Colônia Nova Ericeira foi criada por Dom João VI, em 1818, na Enseada das Garoupas, hoje a cidade de Porto Belo. Ao todo cerca de 300 famílias, a maioria formada por pescadores, vieram da Ericeira e outras cidades de Portugal.

Informações adicionais pelo e-mail anovaericeira@gmail.com



sexta-feira, 24 de junho de 2011

O Quilombo Esquecido

Quando os primeiros escravos chegaram ao sertão do Valongo, em Porto Belo, no século 19, não descobriram apenas um lugar isolado, rodeado por morros e pela floresta de mata atlântica. Eles encontraram também um lugar para começar uma nova vida, esquecer os maus tratos e a exploração de uma sociedade escravagista. Surgia assim o quilombo do Valongo, um dos 11 reconhecidos pela Fundação Cultural Palmares em Santa Catarina.


Comunidade é cercada por morros
Para chegar ao quilombo é preciso andar por uma estrada de terra batida. É nela que estão as casas do Valongo. Energia elétrica existe, mas faltam sinal telefônico, comércio e até serviços básicos, como um posto médico. A unidade de saúde e o mercado mais próximos ficam a 12 quilômetros, em Tijucas. Foi numa das casas localizadas a margem da estrada de terra batida que encontramos o senhor Jonas Luiz da Costa, 74 anos, e a esposa Maria Izabel, 76 anos. Simpático e hospitaleiro, seu Jonas atendeu a reportagem do Jagoz Catarina e contou que muita coisa mudou no Valongo nos últimos 60 anos.

- Tem muita diferença. Antes a vida era trabalhar na agricultura e a agricultura hoje não está dando mais nada. Na época que nos criamos plantávamos de tudo, era banana, arroz, milho e mandioca. Nós fazíamos muito açúcar grosso aqui, mas não é o açúcar mascavo de hoje – recorda.


Seu Jonas nasceu e sempre morou no Valongo
Apesar de se lembrar do passado, o que seu Jonas sabe dos antepassados é muito pouco.

- Não conheço esse quilombola, carambola e essas coisas eu não entendo. Quando me perguntam se meus pais e meus avós foram do tempo da escravatura eu respondo que não sei. Uma avó, o pai dizia que era, mas os outros avôs meus não foram – concluiu o morador do Valongo.

Reconhecimento aconteceu em 2004

Palmares é o mais conhecido quilombo brasileiro, datado no século XVII, em Alagoas
Quilombolas são descendentes de africanos escravizados que mantêm tradições culturais, de subsistência e religiosas ao longo dos séculos. O Valongo foi reconhecido como comunidade remanescente em dezembro de 2004, pela Fundação Cultural Palmares, órgão vinculado ao Ministério da Cultura.

Segundo a coordenadora de Articulação e Apoio às Comunidades Quilombolas, Miriam Caetana de Souza Ferreira, não é só a Fundação Palmares responsável pela preservação da memória do quilombo.

- Nosso objetivo é promover a preservação dos valores culturais, sociais e econômicos decorrentes da influência negra na formação da sociedade brasileira, e atuar, em todo o Território Nacional, diretamente ou mediante convênios com os Estados, Municípios e entidades públicas ou privadas – explicou a diretora.

Na comunidade, os moradores seguem a Igreja Adventista do 7ª Dia. O pastor André Luiz de Oliveira, que atua há dois meses no Valongo, reconhece que a comunidade não gosta de falar sobre a origem de seus antepassados.

- A igreja Adventista é aberta a discussão da cultura e origem da comunidade, mas os moradores não gostam de falar no assunto. A igreja não faz nenhuma restrição e o que percebi até agora é que as pessoas aqui são muito tímidas. Além do trabalho religioso, a igreja realiza diversos trabalhos sociais no Valongo – enfatizou o pastor.

Município está presente
Escola atende seis alunos
Além Igreja Adventista, a Prefeitura de Porto Belo mantém uma escola primaria e realiza a manutenção do Sertão do Valongo.

- Na comunidade temos uma escola e fazemos o transporte escolar para os alunos dos ensinos fundamental e médio. Oferecemos também a merenda escolar – disse o secretário de Educação de Porto Belo, Fernando Scheffler.

Para este ano, uma novidade com relação ao Valongo vai ser a inauguração da Casa de Memória.

- Será um local para preservar a memória da comunidade. A casa contará com fotos e objetos antigos do Valongo – disse a presidente da Fundação Cultural de Porto Belo, Cristiane de Jesus.

Estudantes conferem documentário sobre a Ericeira

Vídeo foi visto por cerca de 40 alunos
O documentário “Ericeira: um mar de história” foi exibido no dia 15 de junho, na Escola Municipal Professora Rosa Maria Xavier de Araújo, em Navegantes. O vídeo foi apresentado para os estudantes da 5ª série. No final da exibição foram distribuídos livros e camisetas para os alunos que acertaram as perguntas sobre o vídeo.

Para quem prestou atenção e acertou as perguntas houve disribuição de camisetas e livros
O documentário retrata a história da vila da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa, e a sua importância para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira.

Documentário está sendo exibido em escolas públicas
Além de belas imagens, o documentário traz entrevistas com pescadores, personalidades e brasileiros que foram trabalhar na vila portuguesa. A Ericeira é um dos três lugares em Portugal com a maior concentração de brasileiros. A vila, com mais de dois mil anos de história, tem no turismo a sua principal atividade econômica.

Informações adicionais pelo e-mail anovaericeira@gmail.com

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Mais uma escola recebe o documentário sobre a Ericeira


Os pescadores "Velho" e "Feio" são personagens do documentário
O documentário “Ericeira: um mar de história” continua sendo exibido, gratuitamente, em escolas, faculdades, universidades e entidades do Litoral de Santa Catarina. Nesta sexta-feira (17/06), será a vez da Escola Municipal Professora Rosa Maria Xavier de Araújo, em Navegantes. O vídeo será exibido às 8 horas, para estudantes da 5ª série. A unidade escolar fica na rua Laudelino Fermino de Novaes nº 391, bairro

Igreja de Santo António tem mais de 500 anos de história
O documentário retrata a história da vila da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa, e a sua importância para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira. O vídeo foi produzido em parceria com a TV Univali e conta com o roteiro e direção do jornalista Rogério Pinheiro. A Nova Ericeira é considerada a primeira companhia pesqueira do Brasil.

Foi na Praia dos Pescadores que a monarquia portuguesa terminou em 1910
 Além de belas imagens, o documentário traz entrevistas com pescadores, personalidades e brasileiros que foram trabalhar na vila portuguesa. A Ericeira é um dos três lugares em Portugal com a maior concentração de brasileiros. A vila, com mais de dois mil anos de história, tem no turismo a sua principal atividade econômica.


Informações adicionais no e-mail anovaericeira@gmail.com

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Documentário sobre a Ericeira é visto por 200 estudantes


                                                                      
O documentário Ericeira: um mar de história foi exibido, nessa quinta-feira (26/05), na sala de eventos da Faculdade Sinergia, em Navegantes. O filme foi apresentado para cerca de 200 alunos do ensino médio e também para acadêmicos do curso de pedagogia. A produção retrata a história da vila da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa e a sua importância para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira.

O filme está sendo exibido, gratuitamente, em escolas públicas,associações de moradores, entidades e colônias pesqueiras do litoralcatarinense. No itinerário estão as cidades que fizeram parte daColônia Nova Ericeira: Balneário Camboriú, Bombinhas, Camboriú, Governador Celso Ramos (Ganchos), Itajaí, Itapema, Navegantes, PortoBelo e Tijucas.

O documentário Ericeira: um mar de história foi produzido em parceriacom a TV Univali e conta com o apoio cultural das Lojas Sibara.





Documentário sobre a Ericeira em Navegantes


Depois de Itajaí e Itapema, agora é a vez de Navegantes receber o documentário “Ericeira: um mar de história”. Nesta quinta-feira (26), o vídeo será exibido na sala de eventos da Faculdade Sinergia. A primeira sessão acontece às 9 horas, para estudantes do ensino médio. Às 20h30, o documentário será apresentado aos alunos do curso de pedagogia e também para a comunidade do bairro São Pedro (Pontal).

A produção retrata a história da vila da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa. O filme aborda a importância da vila portuguesa para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira. As imagens foram captadas no mês de agosto de 2010, pelo jornalista Rogério Pinheiro, que também assina o roteiro e direção. A Nova Ericeira é considerada a primeira companhia pesqueira do Brasil.

Além de belas imagens, o documentário traz entrevistas com pescadores, personalidades e brasileiros que foram trabalhar na vila portuguesa. A Ericeira é um dos três lugares em Portugal com a maior concentração de brasileiros. A vila, com mais de dois mil anos de história, tem no turismo a sua principal atividade econômica.



O documentário Ericeira: um mar de história foi produzido em parceria com a TV Univali e conta com o apoio da Lojas Sibara.







quarta-feira, 27 de abril de 2011

Documentário sobre a Ericeira será exibido em Itapema

                                                                         
O documentário Ericeira: um mar de história vai estar nesta quinta-feira (28), em Itapema. O vídeo será exibido no auditório da prefeitura, localizada na Avenida Nereu Ramos, nº 134, Centro. As sessões acontecem das 9 às 12 horas e das 14 às 16 horas, para estudantes da rede municipal de ensino. O evento também é aberto à comunidade.

O documentário Ericeira: um mar de história foi produzido em parceria com a TV Univali e conta com o apoio cultural das Lojas Sibara. Em Itapema, a exibição está sendo feita a convite da Fundação Cultural e faz parte das comemorações do aniversário de 49 anos do município, celebrado no dia 21 de abril.

                                                                

O vídeo conta a história da vila portuguesa da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa. O filme aborda também a importância da vila lusa para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira, no qual Itapema fez parte. As imagens foram captadas no mês de agosto de 2010, pelo jornalista Rogério Pinheiro, que também assina o roteiro e direção. A Nova Ericeira é considerada a primeira companhia pesqueira do Brasil. O vídeo tem 25 minutos de duração.

                                                                          

O filme está sendo exibido, gratuitamente, em escolas públicas, associações de moradores, entidades e colônias pesqueiras do Litoral de Santa Catarina. No itinerário estão as cidades que fizeram parte da Colônia Nova Ericeira: Balneário Camboriú, Bombinhas, Camboriú, Governador Celso Ramos (Ganchos), Itajaí, Itapema, Navegantes, Porto Belo e Tijucas.

Sobre a colônia

A Colônia Nova Ericeira foi criada por Dom João VI, em 1818, na Enseada das Garoupas, hoje a cidade de Porto Belo. Ao todo cerca de 500 famílias, a maioria formada por pescadores, vieram da Ericeira e outras cidades de Portugal.

 











quinta-feira, 7 de abril de 2011

Estudantes de Itajaí assistem documentário sobre vila portuguesa

Alunos de duas escolas municipais de Itajaí assistiram na manhã desta quinta-feira (07), o documentário “Ericeira: um mar de história”. A apresentação aconteceu na Biblioteca Pública Silveira Júnior. Os 120 estudantes do ensino fundamental das escolas Aníbal César e Avelino Werner puderam conhecer um pouco sobre a vila portuguesa da Ericeira. Na sexta-feira (08), o documentário será exibido para a 5ª série da Escola Básica Aníbal César, também na Biblioteca Pública Silveira Júnior.

A aluna da 8ª série da Escola Básica Avelino Werner, Samara Feliciano, 14 anos, gostou do documentário. “Foi bom. Não sabia a história da Colônia Nova Ericeira e que Itajaí fez parte”, conta a estudante.

Rubens Regis Meireles, de 11 anos, aluno da Escola Básica Aníbal César, também aprovou o vídeo e achou diferente o português falado em Portugal. “É diferente do que nós falamos aqui”, disse o estudante de Itajaí.

O vídeo conta a história da vila portuguesa da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa. O filme aborda também a importância da vila lusa para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira. As imagens foram captadas no mês de agosto de 2010, pelo jornalista Rogério Pinheiro, que também assina o roteiro e direção. O documentário Ericeira: um mar de história foi produzido em parceria com a TV Univali e conta com o apoio cultural das Lojas Sibara.


 


terça-feira, 5 de abril de 2011

Documentário será apresentado para 180 estudantes de Itajaí


                                                                       
O documentário “Ericeira: um mar de história” vai ser apresentado nesta quinta e sexta-feira, na Biblioteca Silveira Júnior, em Itajaí. O público alvo são 180 alunos da rede municipal de ensino. Na quinta-feira (07/04), a primeira sessão acontece às 8h, para os estudantes da 5ª série da Escola Aníbal César. Em seguida, às 9h, é a vez dos alunos da 8ª série da Escola Avelino Werner. Na sexta-feira (08/04), às 8h, o documentário será exibido para mais uma turma da 5ª série da Escola Aníbal César. O documentário “Ericeira: um mar de história” foi produzido em parceria com a TV Univali e conta com o apoio cultural das Lojas Sibara.

                                                                           

O vídeo conta a história da vila portuguesa da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa. Além da história da Ericeira, o filme aborda também a importância da vila lusa para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira. As imagens foram captadas no mês de agosto de 2010, pelo jornalista Rogério Pinheiro, que também assina o roteiro e direção. A Nova Ericeira é considerada a primeira companhia pesqueira do Brasil. O vídeo tem 25 minutos de duração.


                                                                         
Depois de Itajaí, o documentário “Ericeira: um mar de história” será exibido, gratuitamente, em escolas públicas, associações de moradores, entidades e colônias pesqueiras do Litoral de Santa Catarina. No itinerário estão as cidades que fizeram parte da Colônia Nova Ericeira: Balneário Camboriú, Bombinhas, Camboriú, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Navegantes, Portobelo e Tijucas.

  Sobre a colônia

A Colônia Nova Ericeira foi criada por Dom João VI, em 1818, na Enseada das Garoupas, hoje a cidade de Porto Belo. Ao todo cerca de 500 famílias, a maioria formada por pescadores, vieram da Ericeira e outras cidades de Portugal.


 


quinta-feira, 10 de março de 2011

Documentário sobre vila portuguesa será lançado na sexta-feira

                                                                                                                                                             
O documentário “Ericeira: um mar de história” vai ser lançado nesta sexta-feira (11), às 20 horas, na Universidade do Vale do Itajaí (Univali). O vídeo que foi produzido com parceria da TV Univali, irá contar a história da vila portuguesa da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa. O documentário será exibido no auditório do Bloco 25 B, em Itajaí. A entrada é gratuita e o evento aberto à comunidade.

Além da história da Ericeira, o filme aborda também a importância da vila lusa para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira. As imagens foram captadas no mês de agosto de 2010, pelo jornalista Rogério Pinheiro, que também assina o roteiro e direção. A Nova Ericeira é considerada a primeira companhia pesqueira do Brasil. O vídeo tem 25 minutos de duração.

Depois de Itajaí, o documentário “Ericeira: um mar de história” será exibido, gratuitamente, em escolas públicas, associações de moradores, entidades e colônias pesqueiras do Litoral de Santa Catarina. No itinerário estão as cidades que fizeram parte da Colônia Nova Ericeira: Balneário Camboriú, Bombinhas, Camboriú, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Navegantes, Porto Belo e Tijucas.

Sobre a colônia

A Colônia Nova Ericeira foi criada por Dom João VI, em 1818, na Enseada das Garoupas, hoje a cidade de Porto Belo. Ao todo cerca de 500 famílias, a maioria formada por pescadores, vieram da Ericeira e outras cidades de Portugal.

Serviço
Lançamento do documentário “Ericeira: um mar de história”
Data: sexta-feira, 11 de março
Horário: 20 horas
Local: Univali, Bloco 25 B
Endereço: Rua Uruguai, nº458, Centro.

 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ericeira será tema de documentário


                                                                  
A vila portuguesa da Ericeira, localizada a 40 quilômetros de Lisboa, será retratada em vídeo. O documentário, que está sendo produzido com parceria da TV Univali, irá contar a história da vila e a importância dela para instalação de uma colônia pesqueira no Litoral de Santa Catarina no século XIX, a Colônia Nova Ericeira. As imagens foram captadas no mês de agosto de 2010, pelo jornalista Rogério Pinheiro, que também assina o roteiro e direção. A Nova Ericeira é considerada a primeira companhia pesqueira do Brasil.

O lançamento do documentário “Ericeira: um mar de história” está previsto para acontecer no mês de março, em local e data a ser definidos. Até novembro o documentário vai ser exibido, gratuitamente, em escolas públicas, associações de moradores, entidades e colônias pesqueiras do Litoral de Santa Catarina. No itinerário estão as cidades que fizeram parte da Colônia Nova Ericeira: Balneário Camboriú, Bombinhas, Camboriú, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Navegantes, Porto Belo e Tijucas.

Segundo Rogério Pinheiro, o documentário foi criado para mostrar uma parte desconhecida das origens portuguesas de Santa Catarina. “A Colônia Nova Ericeira é apenas uma de outras regiões do litoral que não foram colonizadas por açorianos. De Governador Celso Ramos a Itajaí a maioria dos portugueses são de vilas e cidades do continente. Entre elas estão Ericeira, Braga, Porto, Setúbal, Lisboa, Peniche e Cascais.”, explicou o jornalista.

Sobre a colônia e o documentário

A Colônia Nova Ericeira foi criada por Dom João VI, em 1818, na Enseada das Garoupas, hoje a cidade de Porto Belo. Ao todo cerca de 500 famílias, a maioria formada por pescadores, vieram da Ericeira e outras cidades de Portugal. O documentário terá 25 minutos de duração e contará a história da Ericeira e a sua ligação com a atividade pesqueira.









quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A Nova Ericeira em Itajaí na sexta-feira

                                                                        
                                                                               
Nesta sexta-feira (29/10), o jornalista Rogério Pinheiro estará no Itajaí Shopping, das 11h30 às 22h. O jornalista conversará com o público a respeito do livro e também da exposição “A Nova Ericeira”, que recentemente passou por Portugal e Espanha. O evento faz parte do Dia Nacional do Livro, que é comemorado no dia 29 de outubro.

Além de Rogério Pinheiro, os escritores Nilson José, Álvaro Castro, Samuel Costa, Adilson Amaral, Margarette Santos e J. C. Ramos também estarão presentes no Itajaí Shopping nesta sexta-feira.

Sobre a Colônia Nova Ericeira

A Colônia Nova Ericeira foi criada por Dom João VI em 1818, na Enseada das Garoupas, hoje a cidade de Porto Belo. Ao todo cerca de 300 famílias, a maioria formada por pescadores, vieram da freguesia portuguesa da Ericeira. Bombinhas, Balneário Camboriú, Camboriú, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Navegantes, Porto Belo e Tijucas fizeram parte da colônia.

Informações adicionais no (47) 8823-5334.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Três mil pessoas já visitaram a exposição A Nova Ericeira na Espanha

                                                                                
A exposição que resgata a colonização portuguesa no Litoral Norte de Santa Catarina já foi vista por um público estimado de três mil pessoas, em Sevilha (Espanha). A exposição “A Nova Ericeira, de autoria do jornalista Rogério Pinheiro, segue montada até a próxima sexta-feira (22), na Universidade de Sevilha. O material é formado por 19 fotos atuais e antigas de nove municípios catarinenses.

                                                                                
A mostra fotográfica conta a história da Colônia Nova Ericeira, que é considerado o 1º empreendimento do pesqueiro do Brasil. O evento tem o apoio da Brasil Foods e dos municípios de Bombinhas, Camboriú, Itajaí, Itapema e Porto Belo.

                                                                       
A excursão européia da Nova Ericeira começou no dia 23 de agosto, na Ericeira (Portugal), com um público de dois mil visitantes.

A Nova Ericeira
A Colônia Nova Ericeira foi criada por Dom João VI em 1818, na Enseada das Garoupas, hoje a cidade de Porto Belo. Ao todo cerca de 300 famílias, a maioria formada por pescadores, vieram da freguesia portuguesa da Ericeira. Bombinhas, Balneário Camboriú, Camboriú, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Navegantes, Porto Belo e Tijucas fizeram parte da colônia.

Informações adicionais no telefone (47) 8823-5334.